Imunoterapia e quimioterapia: entenda as diferenças entre os tratamentos

Como cada uma dessas técnicas atua contra o câncer e por que a oncologia moderna aposta cada vez mais na medicina personalizada

Com os constantes avanços da medicina, o tratamento contra o câncer tornou-se cada vez mais preciso e diversificado. Antigamente, a quimioterapia era a opção quase exclusiva para a maioria dos tumores. Hoje, tratamentos inovadores como a imunoterapia revolucionaram a oncologia, oferecendo novas possibilidades para milhares de pacientes.

Embora ambas as terapias tenham o mesmo objetivo final de combater e conter o avanço do tumor, a forma como atuam no organismo é completamente diferente.

Entenda abaixo como funciona cada tratamento, suas principais diferenças e por que a escolha da terapia adequada depende das características específicas de cada paciente.

O que é a quimioterapia e como ela funciona?

A quimioterapia utiliza medicamentos para destruir diretamente as células tumorais ou impedir que elas se multipliquem.

O mecanismo principal da quimioterapia é atacar células que se dividem rapidamente, uma característica marcante do câncer.

O que é a imunoterapia e como ela funciona?

Enquanto a quimioterapia ataca o tumor diretamente, a imunoterapia adota uma estratégia diferente: ela treina e estimula o próprio sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater o câncer.

As células tumorais costumam usar uma espécie de “disfarce” químico para se esconderem das defesas do organismo. A imunoterapia remove esse disfarce, permitindo que as células de defesa (como os linfócitos) identifiquem a ameaça e destruam o tumor de forma autônoma.

Qual tratamento é o melhor?

Não existe um tratamento superior ao outro de forma universal. A escolha entre quimioterapia, imunoterapia ou até a combinação de ambas, depende de um conjunto de fatores analisados pelo médico oncologista.

Para indicar a imunoterapia, por exemplo, a equipe médica realiza exames anatomopatológicos e genéticos avançados (como os testes de biomarcadores) para verificar se o tumor responde a esse tipo de estímulo.

A oncologia atual caminha na direção da medicina de precisão: o tratamento não é definido apenas pela localização do tumor, mas pelo perfil biológico único de cada paciente.

Independentemente do protocolo prescrito, realizar o tratamento em um centro especializado contribui para o sucesso terapêutico e para o manejo adequado de qualquer efeito colateral.

No CEONC Hospital do Câncer, o acesso às tecnologias mais modernas da medicina e um corpo clínico super capacitado torna os processos mais simples e o tratamento mais tranquilo para os pacientes.

Ficou com alguma dúvida sobre o seu esquema de tratamento? Converse sempre de forma aberta com o seu oncologista!